Medicina preventiva inserida no ambiente de trabalho

O Brasil tem 37,6% da sua população com 40 anos ou mais, porém, dentro de 20 anos esse percentual deverá ser de 39,2% apenas na faixa acima dos 60 anos. São dados que sugerem a criação de mecanismos para a redução de gastos posteriores com saúde tanto na esfera pública, quanto privada – física e jurídica.

 

Hoje o país possui 50 milhões de trabalhadores registrados no sistema de carteira de trabalho e todos, por obrigatoriedade da lei, passam por avaliações médicas. Se incorporados exames simples e baratos, como glicemia e colesterol, alguns custos futuros podem ser evitados – como já foi comprovado em estudos de anos anteriores.

 

Para a Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional (AGSSO) é importante avançar com a legislação para que haja uma definição mais clara de quais exames os trabalhadores devem fazer regularmente. Quanto mais tardio as checagens são feitas, mais despesas recaem sobre o orçamento.

 

A medicina do trabalho é uma ferramenta para melhorar a vida das pessoas, pois quanto mais cedo são feitos os diagnósticos, mais eficaz é o tratamento, porém ela também reduz custos de empresas, governos e particulares.

 

Estas informações foram retiradas da Revista Cipa.

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